AVISO – Para preservar a experiência de vocês, esta review NÃO TERÁ SPOILERS DA HISTÓRIA, mas terá spoilers de mecânicas, inimigos, itens e alguns pequenos acontecimentos. Leia por sua conta e risco!
Resident Evil sempre foi uma franquia que me fascinou pela grandiosidade de seu universo. Seja nos primórdios do PlayStation 1 até hoje, essa franquia foi responsável não só por trazer o gênero survival horror para o mainstream dos games, mas também por apresentar um tipo de terror que eu particularmente gosto muito: monstros, zumbis e criaturas asquerosas.
Porém, a grande saga da Capcom nunca foi apenas sobre isso. Por baixo dos mortos-vivos, dos momentos intensos e das máquinas de escrever, existia um drama político e social muito forte. Corrupção, empresas malignas, facções criminosas e um grupo de pessoas tão determinadas a “evoluir” a raça humana que são capazes de tudo para cumprir sua missão.
Com o passar dos anos, Resident Evil se expandiu tanto — mas tanto — que eu confesso que, como um novato nessa saga, às vezes me sinto perdido sobre por onde começar. Porém, a Capcom decidiu fazer algo que mexeria diretamente com o coração dos fãs e conhecedores da franquia: revisitar os acontecimentos de Raccoon City e trazer de volta o homem que presenciou tudo aquilo de perto, Leon S. Kennedy.
Eu sou Eddão e estou aqui para trazer as minhas opiniões e pensamentos sobre Resident Evil: Requiem, o mais novo lançamento da Capcom.
TODO TERROR TEM SEU COMEÇO
Antes de explicar qualquer coisa sobre o jogo, preciso deixar algo muito claro: tive a oportunidade de jogar Requiem apenas na versão de PC e, como a minha máquina não é nada poderosa, só consegui rodar o jogo nas configurações mais baixas possíveis.
Quero deixar isso registrado porque muitos dos problemas que enfrentei foram “culpa” do meu PC. Por isso, não darei tanta ênfase aos gráficos e aos tempos de carregamento, tendo em vista que, na minha máquina, os loadings demoravam bastante. Se algum dia a Capcom quiser nos ceder a versão de consoles, com certeza atualizarei esta review.
É importante citar o seguinte: para entender Requiem, é necessário ter conhecimento do que aconteceu entre Resident Evil 2 e Resident Evil 3. Ou seja, é importante saber sobre os acontecimentos de RE2 e também sobre o desfecho de Raccoon City em RE3.
Resident Evil: Requiem é o nono jogo da saga principal, lançado no dia 27 de fevereiro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series, PC e Nintendo Switch 2.
A primeira grande diferença em relação aos títulos anteriores é que, em Requiem, temos uma única história com dois protagonistas, sem separação de campanhas. Ou seja, não existe uma campanha separada para Grace e Leon, como aconteceu em Resident Evil 6 e em títulos mais antigos da saga. A ideia aqui é que a história dos dois personagens acontece ao mesmo tempo, com minutos ou horas de diferença entre si. Isso cria uma certa tensão e, ao mesmo tempo, faz você criar um vínculo com a nova protagonista.
Resident Evil: Requiem conta a história de Grace Ashcroft, uma analista técnica que trabalha para o FBI. Grace recebe a missão de investigar um antigo hotel abandonado em Wrenwood. Inicialmente, ela hesita, pois esse hotel guarda uma história traumática para ela. Foi lá que ela e sua mãe, Alyssa Ashcroft, foram perseguidas por um homem estranho. Alyssa esconde uma pasta atrás de um quadro no hotel e, logo depois, é assassinada pelo homem na frente da filha. Anos depois, ao retornar ao hotel, Grace se vê tomada pelo medo de reviver seu passado. Lá dentro, ela descobre que um homem chamado Victor Gideon, um cientista renomado, estava procurando por ela há muito tempo, pois ela é a chave para encontrar um poderoso vírus capaz de controlar a mente de todos os seres humanos chamado Elpis. Grace é sequestrada por Gideon e, então, começa uma série de acontecimentos assustadores que a farão lidar com as coisas mais horríveis imagináveis.
Ao mesmo tempo em que Grace vive esse pesadelo, Leon investiga uma série de mortes misteriosas pela cidade. Porém, há uma coincidência entre as vítimas: todos eram sobreviventes de Raccoon City. Todos morreram por conta de uma infecção estranha que deixou marcas pretas pelo corpo. Nesse momento surge a primeira grande bomba da história: Leon também está infectado. Agora, é apenas uma questão de tempo para descobrir o que está acontecendo, quem é Victor Gideon, o que é Elpis e como Grace se encaixa em tudo isso.


Em primeiro lugar, é importante citar o seguinte: para entender Requiem, é necessário ter conhecimento do que aconteceu entre Resident Evil 2 e Resident Evil 3. Ou seja, é importante saber sobre os acontecimentos de RE2 e também sobre o desfecho de Raccoon City em RE3. Isso é essencial porque Requiem revisita todos os acontecimentos desses jogos e seus desdobramentos. Para quem não jogou os títulos anteriores, o jogo até faz um trabalho decente ao tentar explicar o que aconteceu antes para que você entenda o presente. Porém, é inegável dizer que, para alguém que está começando a conhecer a saga, como eu, acompanhar a quantidade gigantesca de informações que aparecem durante os acontecimentos de Requiem — e de jogos anteriores — pode ser cansativo e até confuso. Isso não é uma crítica à história do jogo em si, mas talvez Requiem não seja o título mais convidativo para quem nunca teve contato com Resident Evil.
A parte mais interessante de Requiem está na estrutura de cada “campanha”. A história com Grace é mais focada no terror, na tensão máxima e nos sustos, enquanto a de Leon é mais voltada para ação e adrenalina. De início, confesso que achei que estranharia muito essa mudança brusca entre os dois estilos, principalmente considerando o infame Resident Evil 6, que introduz três campanhas com três “tipos” de jogo diferentes.
Mas, diferente do 6, aqui tudo é muito bem equilibrado e nunca destoa. Grace é mais fraca, menos experiente e isso faz com que os recursos que você encontra durante o jogo sejam, de certa forma, escassos. Já Leon, por ser um homem treinado, é mais forte e preparado para o combate. Esse aspecto de Requiem foi uma das coisas mais interessantes que já vi na saga até agora.
Por serem dois estilos de jogo diferentes, dividirei essa parte da review em dois segmentos: um para a jogabilidade de Grace e outro para a de Leon.
GRACE ASHCROFT — O TERROR NO SEU ÁPICE

Como dito anteriormente, Grace é a nova protagonista da história e, por conta disso, a Capcom optou por trazer uma jogabilidade mais próxima do que vimos em Resident Evil 7 e Village. Por padrão, sem mudar as configurações, a perspectiva do jogo com ela é em primeira pessoa, justamente para preservar o terror, porém isso pode ser alterado nas configurações do jogo. Grace tem pouco espaço no inventário, encontra poucos itens e é mais frágil que Leon. Ela possui apenas uma pistola e pode encontrar facas — improvisadas ou não — para auxiliar no combate. Dependendo de onde você atirar no inimigo, ele entra em estado de atordoamento, permitindo que você o empurre e fuja ou o finalize no chão.
O grande diferencial dela em relação a Leon é o sistema de criação de itens baseado em sangue. No jogo, você encontra baldes de sangue infectado e, ao adquirir um coletor de sangue, consegue juntar recursos para criar itens de cura, munição e outros materiais. Você pode coletar sangue não apenas nesses baldes, mas também nos corpos dos inimigos derrotados. Inicialmente, há um limite de sangue que você pode carregar, mas ele pode ser aumentado. Como Grace não é tão forte — e muitas vezes precisa fugir — o jogo também conta com garrafas vazias, que servem para atrair inimigos para determinadas áreas.


Isso se torna essencial por conta de um elemento bem tenso do jogo: Grace é perseguida por uma criatura que não pode morrer com tiros. Essa criatura possui apenas uma fraqueza: a luz. Ao expor o monstro à luz, sua pele é queimada e ele foge da área em que você está. Esse tipo de perseguição não é novidade na franquia Resident Evil, considerando que em Resident Evil 3 tínhamos o Nemesis e, em Village, Lady Dimitrescu.
Outro detalhe interessante é que alguns infectados sofrem mutações chamadas “Cabeças Pustulentas”. Nessa forma, inimigos que foram mortos inicialmente revivem com a cabeça transformada em algo muito mais monstruoso. O único ponto fraco deles é justamente a cabeça, mas é necessário gastar muitas balas para eliminá-los. Existe um método mais fácil: criar um item chamado Injetor Hemolítico. Ao usá-lo em um inimigo, ele explode em um banho de sangue. A vantagem é que o inimigo praticamente se desintegra. A desvantagem é que os recursos são escassos, então você precisa pensar bem antes de utilizá-lo. Minha recomendação pessoal é guardar esse item para os inimigos com Cabeças Pustulentas.
A jogabilidade de Grace é mais tensa, mais cuidadosa e, com certeza, mais assustadora.
LEON S. KENNEDY — TIRO, PORRADA E BOMBA

Se com Grace você sente medo de cada canto do cenário, com Leon acontece exatamente o oposto.
Você é o medo.
Ao jogar com ele, o jogo se torna uma mistura maravilhosa de Resident Evil 4 com leves toques sanguinolentos de Doom.
Como Leon é extremamente preparado, seu arsenal é muito maior. Ele pode usar pistolas, escopetas, rifles, um machado que funciona tanto como arma corpo a corpo quanto para contra-ataques — mecânica que já existia em Resident Evil 4 Remake — e a arma que dá nome ao jogo: Requiem, extremamente poderosa, mas com munição escassa.
Durante o combate, ao atordoar inimigos, Leon pode executá-los de formas extremamente criativas. Por exemplo: se um zumbi estiver perto de uma parede, Leon pode chutá-lo contra ela e explodir sua cabeça. Em outra situação, ao contra-atacar com a Requiem equipada, ele pode deslizar para trás do inimigo e disparar de forma totalmente cinematográfica. Essa foi uma das decisões mais acertadas do jogo.
O combate é fluido, intenso e extremamente divertido.
Alguns zumbis carregam armas como machados ou serras elétricas, e Leon pode pegar esses itens no chão e usá-los contra os inimigos. Essa liberdade faz com que os trechos com Leon sejam focados na ação, e menos no terror. Isso não significa que não existam momentos tensos, mas você certamente se sente mais seguro controlando-o.


Outro detalhe muito interessante na jogabilidade de Leon é que, diferente de Grace, o jogo possui um sistema de pontuação que contabiliza cada inimigo derrotado. Esses pontos, por consequência, se transformam em dinheiro. Aqui não há um mercador como havia em Resident Evil 4, mas existe uma pequena loja capaz de vender novas armas para melhorar seu arsenal e também realizar upgrades. O jogo te incentiva a eliminar todos os zumbis justamente pela quantidade de pontos que você pode ganhar ao derrotá-los. Leon também pode confeccionar itens como munição para suas armas, curas e granadas. Porém, diferente de Grace, ele não utiliza sangue, e sim sucata e metais raros.
Uma coisa que me pegou desprevenido é que as partes jogáveis com Leon, no início do jogo, são muito curtas, o que pode frustrar alguns jogadores ao retornarem para a campanha de Grace. Só depois de um acontecimento específico na história Leon se torna o personagem principal por um bom tempo.
A jogabilidade dele é mais tradicional e, com certeza, a mais divertida do jogo — sem tirar os méritos de toda a parte protagonizada por Grace.
SEGREDOS E MAIS SEGREDOS
É essencial explorar cada canto do mapa e analisar todos os itens encontrados.
Como havia dito anteriormente, Resident Evil: Requiem expande os acontecimentos de Raccoon City de uma forma nunca antes vista. Aqui, as reviravoltas são tão marcantes quanto os documentos que você encontra pelo cenário. Nesse jogo, é de extrema importância ler cada arquivo para entender todos os desdobramentos da história. Como acontecia nos títulos anteriores, Requiem possui um sistema de análise de documentos, itens e tudo mais que você coleta durante a jornada.
É essencial explorar cada canto do mapa e analisar todos os itens encontrados.


Dou bastante ênfase a isso porque, diferente de jogos anteriores como Resident Evil Village ou Resident Evil 7, a história de Requiem faz muito mais sentido quando você lê os documentos espalhados pelo jogo. Como Grace é uma personagem-chave para a narrativa, a maioria das informações que comprovam sua importância aparece justamente nos arquivos deixados por Victor Gideon ou por outros membros da Umbrella.
Isso torna a experiência muito mais rica e, no final do jogo, extremamente recompensadora. Como eu disse anteriormente, vou preservar essas informações para que você descubra tudo por conta própria. Vai por mim: tem coisas que você vai querer MUITO ver.
Outro detalhe de extrema importância em Resident Evil Requiem é que, desta vez, os zumbis possuem certas memórias de quem foram antes de se transformarem, o que gera uma tensão adicional durante os confrontos.
Tudo isso é explicado dentro do jogo, mas não deixa de ser algo bastante perturbador.
A DIREÇÃO ARTÍSTICA DE REQUIEM
O trabalho da direção de arte é absolutamente impecável e demonstra o carinho que a equipe tem por essa franquia.
Todos os cenários de Resident Evil: Requiem são tão imponentes e perigosos quanto seus inimigos.
Do início ao fim, os ambientes são quase claustrofóbicos, especialmente nas partes protagonizadas por Grace. O jogo faz um ótimo trabalho ao evitar que os cenários se tornem repetitivos ou monótonos, principalmente porque você frequentemente precisa retornar a determinados lugares para abrir portas, usar itens ou até mesmo fugir de inimigos. Graças à magia da RE Engine, os cenários são extremamente detalhados e bonitos, com pequenos elementos ambientais que contam histórias próprias sobre os lugares que você visita.
No início do jogo, por exemplo, você fica preso em uma espécie de hospital que possui laboratórios, salas de estudo e diversos locais ocultos. Confesso que, ao jogar em primeira pessoa com Grace, consegui absorver muito melhor os detalhes do ambiente ao meu redor. Existe um debate antigo entre os fãs sobre Resident Evil funcionar melhor em primeira ou terceira pessoa, mas é inegável que jogar em primeira pessoa permite observar com mais atenção os pequenos detalhes do cenário.


Quando o jogo se expande — como no momento em que você visita Raccoon City — o ambiente muda drasticamente para algo muito mais pós-apocalíptico. São prédios destruídos, ruas abandonadas, lugares escuros e até minas completamente desoladas. O trabalho da direção de arte é absolutamente impecável e demonstra o carinho que a equipe tem por essa franquia.
Outro detalhe muito divertido são os easter eggs espalhados pelos cenários. Existem diversas referências a jogos anteriores da saga, e algumas delas são realmente engraçadas — principalmente quando você está explorando Raccoon City. Os gráficos, aliados à direção de arte e ao poder da RE Engine, são um verdadeiro espetáculo. Personagens, ambientes abertos e fechados, inimigos e até mesmo os efeitos de escuridão possuem um nível de detalhe impressionante.
Sem exagero algum, Requiem é um dos jogos mais bonitos que a Capcom já produziu.
Infelizmente, eu não consegui apreciar tudo com total fidelidade por conta das limitações do meu PC. Mas posso garantir: se até nas configurações mais baixas o jogo já é bonito, imagine em um PC poderoso ou nos consoles da nova geração. Sem dar muitos detalhes, o único ambiente em que senti falta de um pouco mais de criatividade foram os laboratórios da Umbrella. Eles são um pouco simples e até genéricos, mas isso não compromete o brilho geral do jogo.
A TRILHA SONORA
Outro ponto muito positivo é a trilha sonora. Ela é precisa, contida quando precisa ser, mas cresce exatamente nos momentos certos. Muitas vezes, a música me deixou mais tenso do que os próprios acontecimentos do jogo.
Como não quero dar spoilers, vou apenas dizer que o jogo conta com músicas muito conhecidas pelos fãs de longa data da franquia, principalmente nas partes ambientadas em Raccoon City. Se você já terminou o jogo, sabe exatamente do que estou falando: quando você chega NAQUELA parte, é impossível não se emocionar.
A VERSÃO BRASILEIRA DE RESIDENT EVIL REQUIEM

Quero separar um momento desta review para dar meus mais sinceros parabéns à equipe de dublagem e localização brasileira. Com toda sinceridade, eu preciso dizer: a nossa versão é ainda mais imersiva e emocionante do que a original.
Isso não significa que as vozes em inglês sejam ruins — muito pelo contrário, são excelentes —, mas a direção de Marco Nepomuceno, junto com o trabalho de Felipe Grinnan como Leon e Stephany Custodi como Grace, eleva muito a experiência.
Felipe Grinnan entrega um Leon mais velho, mais cansado e mais maduro, e consegue até superar o excelente trabalho que fez em Resident Evil 4 Remake. Stephany Custodi, por sua vez, apresenta uma Grace extremamente convincente. Cada respiração, cada tremor na voz, cada momento de desespero e até os gritos soam incrivelmente naturais.
Eu sinceramente não consegui encontrar nenhuma falha na dublagem brasileira.
Outras vozes, como Armando Tiraboschi, Marco Antônio Abreu e Marina Mafra, também fazem trabalhos excepcionais. Como mencionei antes, os zumbis mantêm certas memórias de quem eram antes da infecção e falam bastante durante o jogo. Esses diálogos, na versão brasileira, são bizarros e ao mesmo tempo muito interessantes de ouvir. Existe, por exemplo, uma zumbi que era faxineira e reclama quando você suja o chão ao matar inimigos. Outro zumbi odeia barulho e reclama alto quando você dispara armas perto dele.
Esses pequenos detalhes tornam a experiência muito mais imersiva.
Como sempre digo: prestigiem a boa dublagem. Viva a nossa versão brasileira!
O VEREDITO
Resident Evil: Requiem é facilmente um dos jogos mais importantes da franquia. Ele continua os acontecimentos de Raccoon City, expande a história de personagens importantes e entrega uma experiência digna de aplausos.
Mecanicamente, é um dos melhores jogos da saga. A jogabilidade de Grace e Leon, a fluidez do combate e o aumento gradual da dificuldade são seus pontos mais fortes. As partes com Grace representam o survival horror clássico, enquanto os trechos com Leon trazem a ação frenética e criativa que a franquia abraçou desde Resident Evil 4.
A história, as reviravoltas e as surpresas fazem desse jogo uma experiência obrigatória para fãs da saga e também para quem gosta de jogos de ação. A trilha sonora é excelente, os inimigos são criativos e, no geral, o jogo é extremamente sólido. A dublagem brasileira está fantástica e aumenta ainda mais a imersão.


Os únicos pontos negativos, na minha opinião, são o pouco tempo jogando com Leon no início e a duração geral do jogo. Eu sinceramente gostaria de ter jogado muito mais. Mesmo com as limitações técnicas do meu PC, não posso reclamar da performance do jogo. Em testes que vi em outros computadores e consoles, tudo parece rodar de forma fluida e com a fidelidade gráfica impressionante que já esperamos da Capcom.
Resident Evil: Requiem é cheio de referências aos jogos anteriores, mas também representa um passo importante para o futuro da franquia.
A cada Resident Evil que jogo, me apaixono ainda mais por essa saga. Requiem é o resultado de uma Capcom mais madura, mais segura e mais criativa do que víamos em anos anteriores. Hoje, essa grande empresa entende perfeitamente o que Resident Evil deve ser — e aqui ela fez um trabalho magnífico.
Estou muito animado para futuras DLCs e para os próximos capítulos da franquia. Resident Evil: Requiem é, sem sombra de dúvidas, uma obra-prima.

