Após anos investindo fortemente em sua divisão de jogos, a NetEase começou a reduzir de forma significativa os gastos no setor de games. Com essa mudança de estratégia, um dos estúdios que pode ser diretamente afetado é o Nagoshi Studio.
Fundado por Toshihiro Nagoshi, criador da famosa franquia Yakuza, o estúdio pode ter seu projeto mais recente, Gang of Dragon, cancelado. Segundo informações divulgadas por um porta-voz da empresa ao Bloomberg, a NetEase pretende encerrar o financiamento do jogo a partir de maio, o que coloca o desenvolvimento do título em uma situação bastante incerta.
Estúdio de Gang of Dragon busca novo parceiro para concluir o jogo
De acordo com uma fonte anônima ouvida pelo site, Gang of Dragon precisaria de um investimento de aproximadamente ¥7 bilhões (cerca de US$ 44,4 milhões) para que o desenvolvimento fosse finalizado. O alto custo do projeto teria sido um dos principais fatores que levaram a NetEase a encerrar o financiamento do título.
Com a decisão da empresa, o Nagoshi Studio agora está livre para buscar um novo parceiro ou publicadora que possa assumir o investimento e ajudar a concluir o desenvolvimento de Gang of Dragon. Enquanto isso, o futuro do jogo permanece incerto, deixando fãs atentos às próximas atualizações sobre o projeto.

Caso o Nagoshi Studio não consiga recuperar o investimento perdido, Gang of Dragon corre o risco de ser oficialmente cancelado. O jogo foi anunciado durante o The Game Awards 2025 e rapidamente chamou a atenção do público por ser considerado um sucessor espiritual da franquia Yakuza.
O título conta com a participação do ator Ma Dong-seok como protagonista. Na história, os jogadores assumem o controle de Shin Ji-seong, integrante de um sindicato do crime coreano.
Com perspectiva em terceira pessoa, o jogo promete combates intensos, destacando a força física brutal do personagem. A jogabilidade inclui lutas corpo a corpo, uso de armas brancas e perseguições de veículos cheias de ação, elementos que reforçam a proposta de um jogo focado em combate visceral e narrativa criminal.
Via: IGN
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